Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
(Fernando Pessoa)
Para todas que consideram nobre a maternidade,que se deleitam no serviço ao próximo e nas boas obras, que se regojizam com as bênçãos do templo, compreendem seu destino divino e se esforçam para alcançar a exaltação.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Vamos colecionando saudade...
"O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO"
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas
– e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... Tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.
Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... Até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas
– e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... Tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.
Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... Até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Como arrumar uma mala!!!
- Primeiro faça rolinhos com todas as roupas. O mesmo esquema, as roupas que você vai usar mais, como por exemplo toalhas, sempre para cima da mala.
- Coloque os sapatos nas pontas das malas. Isso ajuda a equilibrar o peso.
- Depois comece a colocar as calças.
- Sobra um espaço entre nas pontas da mala, com os sapatos. Pode colocar de um lado a sacola com as roupas intimas, e do outro a sacolinha com o maiô e o short.
- Depois em dois "grupinhos" coloque de um lado da mala as bermudas e as calças em rolinhos (geralmente 3 bermudas e 1 calça dão e sobram no acampamento) de um lado e do outro as blusinhas e camisetas (4 blusinhas e 2 camisetas)
- Entre as camisetas e bermudas (os dois gurpinhos) sobra um espacinho. Nele coloque o pijama, a roupa de domingo, e as meias.
- Lençóis, cobertores e toalha devem ser colocados por cima de tudo
- Pratos e talheres, de preferência devem ser levados na mão. Os garfos podem furar a mala e pratos podem quebrar. Por isso é sempre bom levar uma bolsa ou mochila.
- Os produtos de higiêne pessoal e "extras" podem ser colocados nos bolsos de fora, caso tenha na mala, ou encaixados nos vãos que ficaram entre as roupas
Outras dicas básicas:
- Leve pelo menos 3 ou 4 sacolinhas a mais, para colocar as roupas sujas...
- Conforme você for usando as roupas vá colocando elas no fundo da mala e subindo as que estão limpas.
- Leve a lista de tudo o que você colocou na mala e confira se está tudo lá!
Ps: Copiado da Lika de "Garota sud"
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Qual é o Valor da Sua Integridade?
Ser íntegro significa ser honesto, mesmo nas menores coisas. Eis aqui um questionário para testar o valor de sua integridade. Leia os ítens e, em seguida, pense no que faria em cada situação.
RESPOSTAS: Você pode encontrar a resposta certa para cada situação perguntando a si mesmo o seguinte: "O que eu faria se o Salvador estivesse aqui?"
- Você vai fazer uma prova que outros alunos do mesmo professor já fizeram. Eles se oferecem para dizer-lhe quais são as questões.
- Alguns de seus amigos estão contando piadas que lhe parecem impróprias.
- Você encontrou uma roupa que lhe agradou muito, mas sabe que não condiz com os padrões de decência.
- Você fez algo errado e acha que precisa conversar com o bispo, mas tem medo do que ele pense a seu respeito quando lhe contar o que fez.
- Você se sente indigno de participar do sacramento, mas tem receio de que asa pessoas percebam se não o fizer.
RESPOSTAS: Você pode encontrar a resposta certa para cada situação perguntando a si mesmo o seguinte: "O que eu faria se o Salvador estivesse aqui?"
METAS
A Necessidade de Metas
Meta é um padrão, uma habilidade, um ideal ou um destino que tem de ser alcançado. Estabelecemos uma meta, quando decidimos realizar determinada coisa. Algumas, tais como limpar um quarto ou ler um livro, podem ser realizadas em pouco tempo. Outras, tais como economizar dinheiro para comprar uma casa ou aumentar o amor e a paz na família, podem levar meses ou anos. As metas que nos ajudarão a nos tornarmos dignas de habitar com o Pai Celestial, podem levar a vida inteira, e algumas talvez nunca sejam alcançadas durante a vida terrena, exigindo esforço adicional no mundo vindouro.
O Pai Eterno declarou qual é Seu objetivo em relação ao Seu trabalho: “Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem”. (Moisés 1:39) Para que Ele alcance tal objetivo em nossa vida, precisamos estabelecer metas que nos capacitem a torná-la produtiva e feliz. Isso nos ajudará a ser dignas de retornar ao Pai Celestial.
Diz-se que “se você não sabe aonde vai, não faz diferença que caminho toma”. (Citado por John H. Vandenberg, Conference Report, abril de 1966, p. 92; Improvement Era, junho de 1966, p. 533)
Algumas pessoas desperdiçam dias, meses e anos de sua vida, trilhando caminhos que não as conduzem a lugar nenhum. Outras estabelecem metas e progridem paulatinamente, trilhando caminhos que as conduzem a grandes realizações.
O Presidente Spencer W. Kimball fez a seguinte declaração sobre metas missionárias:
“Nossa meta é conseguir a vida eterna. Essa é a meta mais importante do mundo. Não nos opomos às metas. Não queremos que os presidentes de estaca e de missão de tempo integral estabeleçam quotas para os missionários. Ao contrário, esperamos que incentivem os missionários a estabelecer as próprias metas, e que elas sejam suficientemente elevadas para desafiá-los a empenharem-se ao máximo para alcançá-las. Irmãos, esperamos que vocês lhes transmitam essa mensagem. Contamos com vocês para ensinarem esses princípios e fazerem o acompanhamento.(…)
Encoragem-nos e incentivem-nos a fazer e alcançar metas por si mesmos. (…) Não se deve necessariamente medir o sucesso pela facilidade em alcançar a meta traçada, mas pelo progresso e realizações.” (Seminário de Representantes Regionais, abril de 1975)
Ao falar às mulheres SUD, o Presidente Kimball recomendou que estabelecessem metas que exigissem esforço para serem alcançadas. (…) “O desenvolvimento vem do estabelecimento de metas elevadas e de se tentar alcançar as estrelas.” (“Privileges and Responsabilities of the Sisters”, Ensign, novembro de 1978, p. 103) Disse também: “Cremos no estabelecimento de metas. Vivemos por meio de metas. (…) Temos que tê-las para progredir”. (Seminário de Representantes Regionais, abril de 1975)
Como Estabelecer Metas Individuais
O Pai Eterno declarou qual é Seu objetivo em relação ao Seu trabalho: “Pois eis que esta é minha obra e minha glória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem”. (Moisés 1:39) Para que Ele alcance tal objetivo em nossa vida, precisamos estabelecer metas que nos capacitem a torná-la produtiva e feliz. Isso nos ajudará a ser dignas de retornar ao Pai Celestial.
Diz-se que “se você não sabe aonde vai, não faz diferença que caminho toma”. (Citado por John H. Vandenberg, Conference Report, abril de 1966, p. 92; Improvement Era, junho de 1966, p. 533)
Algumas pessoas desperdiçam dias, meses e anos de sua vida, trilhando caminhos que não as conduzem a lugar nenhum. Outras estabelecem metas e progridem paulatinamente, trilhando caminhos que as conduzem a grandes realizações.
O Presidente Spencer W. Kimball fez a seguinte declaração sobre metas missionárias:
“Nossa meta é conseguir a vida eterna. Essa é a meta mais importante do mundo. Não nos opomos às metas. Não queremos que os presidentes de estaca e de missão de tempo integral estabeleçam quotas para os missionários. Ao contrário, esperamos que incentivem os missionários a estabelecer as próprias metas, e que elas sejam suficientemente elevadas para desafiá-los a empenharem-se ao máximo para alcançá-las. Irmãos, esperamos que vocês lhes transmitam essa mensagem. Contamos com vocês para ensinarem esses princípios e fazerem o acompanhamento.(…)
Encoragem-nos e incentivem-nos a fazer e alcançar metas por si mesmos. (…) Não se deve necessariamente medir o sucesso pela facilidade em alcançar a meta traçada, mas pelo progresso e realizações.” (Seminário de Representantes Regionais, abril de 1975)
Ao falar às mulheres SUD, o Presidente Kimball recomendou que estabelecessem metas que exigissem esforço para serem alcançadas. (…) “O desenvolvimento vem do estabelecimento de metas elevadas e de se tentar alcançar as estrelas.” (“Privileges and Responsabilities of the Sisters”, Ensign, novembro de 1978, p. 103) Disse também: “Cremos no estabelecimento de metas. Vivemos por meio de metas. (…) Temos que tê-las para progredir”. (Seminário de Representantes Regionais, abril de 1975)
Como Estabelecer Metas Individuais
Qual deveria ser o objetivo mais importante de sua vida?
Já que nossos talentos, habilidades e fraquezas diferem, precisamos estabelecer diferentes metas individuais, que nos ajudem a alcançar nosso objetivo principal tanto no plano espiritual, quanto no plano físico e material.
Antes de estabelecer metas, devemos orar e meditar, bem como pedir ao Pai Celestial que nos ajude a saber quais são nossas fraquezas, em que precisamos melhorar e quais deveriam ser nossos objetivos. As instruções dos líderes podem ajudar-nos a estabelecer metas. Devemos desenvolver a mesma atitude que o Presidente Spencer W. Kimball mencionou em uma conferência geral: “Resolvi que vou voltar para casa e ser melhor do que tenho sido...’’ (Conference Report, outubro de 1977, p. 113; Ensign, novembro de 1977, p. 75)
Estabelecer Metas Familiares
Além das metas individuais, devemos falar com nossa família e estabelecer metas a serem alcançadas em conjunto. Podemos tentar alcançar metas individuais e familiares ao mesmo tempo. Com a família, podemos estabelecer uma meta geral, para aumentar o amor, paz e felicidade no lar.
Talvez desejemos aumentar o conhecimento que nossa família tem das escrituras ou melhorar sua freqüência e atividade na Igreja. Talvez queiramos trabalhar com a família para aumentar a limpeza e arrumação da casa. Talvez nossa família deva gastar dinheiro com mais sabedoria, ou começar um programa de armazenamento doméstico. O Élder Rex D. Pinegar contou-nos uma experiência que ele e sua família tiveram, ao estabelecerem metas familiares:
“Certo dia, minha mulher fez-me uma pergunta que me deixou surpreso. Disse ela: “Rex, o que você realmente vai ser? (…) Quais são suas metas, seus objetivos na vida?’ Dei-me conta então de que eu nunca os tinha partilhado com ela. Aquilo me magoou um pouco e pude ver que provavelmente também magoara minha mulher; portanto, falamos sobre nossa família e decidimos o que fazer com nossa vida. (…) Desejávamos servir ao Senhor e estar onde Ele queria que estivéssemos e quando Ele o quisesse. Para isso, tínhamos de ter uma renda, portanto, estabelecemos metas de acordo com essa idéia. Significava mudar-nos, e foi o que fizemos. Significava freqüentar a escola durante treze anos. (…) Mas tais metas tinham sido secundárias para a família, secundárias para a manutenção da unidade familiar”. (“Goals and Family Life”, Devotional Speeches of the Year, 1976, pp. 39)
O estabelecimento de metas familiares nos ajuda a crescer em amor e união e a alcançar a exaltação junto ao Pai Celestial.
Como Alcançar Nossos Objetivos
O Bispo John H. Vandenberg disse: “Sinto que o estabelecimento de metas é absolutamente necessário para uma vida feliz; mas a meta é somente uma parte dos procedimentos desejados. Precisamos saber que caminho tomar para alcançá-la. (…) (As pessoas) precisam comprometer-se consigo mesmas, anotando suas metas e fazendo um registro do cumprimento de suas realizações”. (“Strait Is the Gate”, Improvement Era, junho de 1966, p. 534)
A atitude positiva ajuda-nos a alcançar as metas que estabelecemos para nós. Ao nos esforçarmos diariamente para melhorar, devemos tirar alegria e satisfação de nossas realizações, por menores que sejam.
O estabelecimento de metas ajuda-nos a realizar nossos desejos justos na mortalidade e na vida futura. As metas individuais podem guiar-nos para o triunfo pessoal. Nossas metas familiares podem ajudar na união e exaltação de nossa família.
Quando nos esforçamos para alcançar metas justas, estamos procurando cumprir o mandamento do Senhor: “Sede vós pois perfeitos“. (Mateus 5:48)
Desafio
Pense no que deseja alcançar na mortalidade e procure saber, em espírito de oração, qual é a vontade do Pai Celestial em relação a você. Em seguida, estabeleça metas realísticas para ajudá-la a conseguir o que deseja. Converse a respeito de suas metas com a família. Escolha uma meta individual e pergunte a si mesma: “O que devo fazer para alcançá-la?” Escreva o que pode fazer esta semana. No fim da semana, escreva o que pode fazer na semana seguinte. Repita o processo até haver alcançado o objetivo. Em seguida, escolha outro objetivo pessoal e siga o mesmo processo.
• Marcos 9:23 (tudo é possível) ‘’ E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.’
Já que nossos talentos, habilidades e fraquezas diferem, precisamos estabelecer diferentes metas individuais, que nos ajudem a alcançar nosso objetivo principal tanto no plano espiritual, quanto no plano físico e material.
Antes de estabelecer metas, devemos orar e meditar, bem como pedir ao Pai Celestial que nos ajude a saber quais são nossas fraquezas, em que precisamos melhorar e quais deveriam ser nossos objetivos. As instruções dos líderes podem ajudar-nos a estabelecer metas. Devemos desenvolver a mesma atitude que o Presidente Spencer W. Kimball mencionou em uma conferência geral: “Resolvi que vou voltar para casa e ser melhor do que tenho sido...’’ (Conference Report, outubro de 1977, p. 113; Ensign, novembro de 1977, p. 75)
Estabelecer Metas Familiares
Além das metas individuais, devemos falar com nossa família e estabelecer metas a serem alcançadas em conjunto. Podemos tentar alcançar metas individuais e familiares ao mesmo tempo. Com a família, podemos estabelecer uma meta geral, para aumentar o amor, paz e felicidade no lar.
Talvez desejemos aumentar o conhecimento que nossa família tem das escrituras ou melhorar sua freqüência e atividade na Igreja. Talvez queiramos trabalhar com a família para aumentar a limpeza e arrumação da casa. Talvez nossa família deva gastar dinheiro com mais sabedoria, ou começar um programa de armazenamento doméstico. O Élder Rex D. Pinegar contou-nos uma experiência que ele e sua família tiveram, ao estabelecerem metas familiares:
“Certo dia, minha mulher fez-me uma pergunta que me deixou surpreso. Disse ela: “Rex, o que você realmente vai ser? (…) Quais são suas metas, seus objetivos na vida?’ Dei-me conta então de que eu nunca os tinha partilhado com ela. Aquilo me magoou um pouco e pude ver que provavelmente também magoara minha mulher; portanto, falamos sobre nossa família e decidimos o que fazer com nossa vida. (…) Desejávamos servir ao Senhor e estar onde Ele queria que estivéssemos e quando Ele o quisesse. Para isso, tínhamos de ter uma renda, portanto, estabelecemos metas de acordo com essa idéia. Significava mudar-nos, e foi o que fizemos. Significava freqüentar a escola durante treze anos. (…) Mas tais metas tinham sido secundárias para a família, secundárias para a manutenção da unidade familiar”. (“Goals and Family Life”, Devotional Speeches of the Year, 1976, pp. 39)
O estabelecimento de metas familiares nos ajuda a crescer em amor e união e a alcançar a exaltação junto ao Pai Celestial.
Como Alcançar Nossos Objetivos
O Bispo John H. Vandenberg disse: “Sinto que o estabelecimento de metas é absolutamente necessário para uma vida feliz; mas a meta é somente uma parte dos procedimentos desejados. Precisamos saber que caminho tomar para alcançá-la. (…) (As pessoas) precisam comprometer-se consigo mesmas, anotando suas metas e fazendo um registro do cumprimento de suas realizações”. (“Strait Is the Gate”, Improvement Era, junho de 1966, p. 534)
A atitude positiva ajuda-nos a alcançar as metas que estabelecemos para nós. Ao nos esforçarmos diariamente para melhorar, devemos tirar alegria e satisfação de nossas realizações, por menores que sejam.
O estabelecimento de metas ajuda-nos a realizar nossos desejos justos na mortalidade e na vida futura. As metas individuais podem guiar-nos para o triunfo pessoal. Nossas metas familiares podem ajudar na união e exaltação de nossa família.
Quando nos esforçamos para alcançar metas justas, estamos procurando cumprir o mandamento do Senhor: “Sede vós pois perfeitos“. (Mateus 5:48)
Desafio
Pense no que deseja alcançar na mortalidade e procure saber, em espírito de oração, qual é a vontade do Pai Celestial em relação a você. Em seguida, estabeleça metas realísticas para ajudá-la a conseguir o que deseja. Converse a respeito de suas metas com a família. Escolha uma meta individual e pergunte a si mesma: “O que devo fazer para alcançá-la?” Escreva o que pode fazer esta semana. No fim da semana, escreva o que pode fazer na semana seguinte. Repita o processo até haver alcançado o objetivo. Em seguida, escolha outro objetivo pessoal e siga o mesmo processo.
• Marcos 9:23 (tudo é possível) ‘’ E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.’
Segue o Profeta, não vais errar...!
“A vida eterna é o que buscamos. Não permitam que a sabedoria, as riquezas, os estudos do mundo ou quaisquer outras coisas nos ceguem a visão e nos impeçam de saber que esta é a obra de Deus e que o porta-voz de Deus está na Terra; quando Ele falar, estejamos prontos e dispostos a doar de nosso tempo, nossos talentos e tudo o que nos for concedido, a fim de trabalharmos para cumprir os desígnios de Deus. Digo-lhes que Deus sempre mostrará que Seu porta-voz está com a razão.”Presidente Heber J. Grant – Ensinamentos dos Presidentes da Igreja, p.79
sábado, 1 de janeiro de 2011
A IMPORTÂNCIA DO ENSINO (Ajudar os filhos a exercerem o arbítrio)
"Já ouvi alguns pais dizerem que não querem impor o evangelho a seus filhos, mas desejam que eles decidam por si mesmos sobre o que acreditarão e seguirão. Esses pais pensam que assim estarão permitindo que os filhos exerçam seu arbítrio. O que eles esquecem é que o execício inteligente do arbítrio exige o conhecimento da verdade, das coisas como elas realmente são(D&C 93:24). Sem esse conhecimento, não se pode esperar que os jovens compreendam e avaliem as alternativas que se lhe apresentam."
( Élder Todd Christofferson, A Liahona Nov 2009 - pag. 105)
Quando o Pai celestial criou Adão e Eva, eles eram inocentes. Não sabiam muito sobre a vida e sua consequências. Mas o Pai Celestial andava com eles e os ensinava e foi paciente com eles.Como pais, também temos o privilégio de estar com nossos pequeninos e ensiná-los. Contudo, às vezes tendemos a esquecer que nossos filhos também são filhos espirituais do Pai Celestial. Temos a responsabilidade de ajudá-los a aprender suas primeiras lições e a missão de guiá-los na direção do Salvador Jesus Cristo. Assim como o Pai Celestial ensinou Adão e Eva sobre o arbítrio, precisamos ajudar nossos filhos a compreenderem e exercerem o deles. (A Liahona Dez 2010 - 12)
( Élder Todd Christofferson, A Liahona Nov 2009 - pag. 105)
Quando o Pai celestial criou Adão e Eva, eles eram inocentes. Não sabiam muito sobre a vida e sua consequências. Mas o Pai Celestial andava com eles e os ensinava e foi paciente com eles.Como pais, também temos o privilégio de estar com nossos pequeninos e ensiná-los. Contudo, às vezes tendemos a esquecer que nossos filhos também são filhos espirituais do Pai Celestial. Temos a responsabilidade de ajudá-los a aprender suas primeiras lições e a missão de guiá-los na direção do Salvador Jesus Cristo. Assim como o Pai Celestial ensinou Adão e Eva sobre o arbítrio, precisamos ajudar nossos filhos a compreenderem e exercerem o deles. (A Liahona Dez 2010 - 12)
Servir com Sabedoria
É preciso sabedoria para achar equilíbrio entre os chamados de liderança e as responsabilidades familiares, profissionais e outras. Aqui vão seis sugestões:
(Élder M Russell Ballard - A Liahona Nov 2006 - pag. 18-20)
- Concentre-se nas pessoas e não nos programas: A tônica das reuniões de conselho, presidência e liderança deve ser as necessidades das pessoas.
- Inove: Use criatividade e a orientação do Espírito dentro das normas e dos princípios da Igreja.
- Delegue responsabilidades e permita aos outros que cresçam: Um líder deve aconselhar, orientar e motivar, mas não fazer o trabalho alheio.
- Elimine o sentimento de culpa: Perceba que devemos fazer todas as coisa "com sabedoria e ordem" (Mosias 4:27), dando maior atenção a prioridades diversas em momentos diferentes.
- Faça o melhor possível: Compreenda suas habilidades, siga seu próprio ritmo e priorize seus recursos para ajudar os outros, sempre protegendo a saúde.
(Élder M Russell Ballard - A Liahona Nov 2006 - pag. 18-20)
Assinar:
Comentários (Atom)